25/07/2019 às 18h18min - Atualizada em 25/07/2019 às 18h18min

Vigilância pede à população se vacinar contra sarampo em Americana

Adultos que ainda não foram vacinados precisam procurar uma unidade de saúde mais próxima

Da Redação
A Vigilância Epidemiológica de Americana faz um alerta à população, em especial às crianças, para que seja vacinada contra o sarampo. A vacina disponível na rede pública é a tríplice e tetra viral, que além de oferecer imunidade contra o sarampo, também serve como proteção para caxumba e rubéola. A vacina é a principal forma de prevenção da doença e está disponível em todas as UBSs (Unidades Básicas de Saúde), de segunda à sexta-feira, das 8h às 16h, durante todo o ano. 
 
De acordo com Vigilância, a população entre 12 meses e 29 anos deve receber duas doses, enquanto que para os indivíduos na faixa etária entre 30 e 59 anos, apenas uma dose é recomendada. Profissionais que trabalham na área da saúde, independentemente da idade, devem receber duas doses. As pessoas que possuem comprovante vacinal completo, de acordo com cada faixa etária, não terão necessidade de receber mais doses de reforço.
 
O sarampo é uma doença viral aguda, altamente contagiosa, cujos principais sintomas são febre alta persistente, tosse, coriza, conjuntivite e manchas avermelhadas na pele. Adultos que ainda não foram vacinados precisam procurar uma unidade de saúde mais próxima, bem como levar seus filhos, caso esses ainda não tenham recebido a primeira dose.  
 
Segundo a Vigilância, Americana possui atualmente um estoque de aproximadamente 2.500 doses, as quais são repostas mensalmente de acordo com a demanda. Por enquanto também não foi cogitada nenhuma medida, incluindo bloqueio ou vacinação em massa, pela Secretaria Estadual da Saúde ou mesmo pelo Ministério da Saúde, considerando o avanço da doença em diversas regiões do país.
 
Em 2018 a cobertura vacinal em crianças de até um ano de idade foi de 92,63% e este ano, até o dia 23 de julho, 81,03% das crianças nessa faixa etária haviam sido imunizadas. Quanto à transmissão, a última vez que o município registrou a doença foi em 2011, quando dois casos foram notificados pela vigilância. Na época, um dos casos foi considerado importado do continente europeu e o outro não foi possível identificação por questões técnicas laboratoriais.  
 

 
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Publicado por Portal Atualidade em Terça-feira, 29 de maio de 2018